O QUE DIZER?
Para se dizer que o ano de 2017 foi ruim precisaria fazer um longo estudo do todo que aconteceu, do que não aconteceu. Não sou insensível, nem cética sou poeta. Enxergo o mundo e as pessoas com um olhar diferente. Não acredito e nem desacredito das notícias. Minha vida continua sendo bem vivida assim como amanhece e anoitece. As finanças não aumentam nem diminuem. O que aumentou e muito foram os momentos de alegria. Foi. Um dia após o outro. E vem e vão. Pronto, sem alardes maiores. Fazem sim muito barulho prevendo, pedindo, chamando o ANO NOVO. Ah! É só troca de horas minha gente! O sol vai surgir, as horas vão passar, a humanidade vai se empanturrar de comida e bebida. Haverão nascimentos e mortes. O sol vai se por e... Estarei lá novamente.
Eis minha retrospectiva de 2017:
Maria Helena Sarti - Presidente da ALBMS, Embaixadora da Paz pelo Brasil.
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sábado, 30 de dezembro de 2017
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
A BOIADA DO AZAMBUJA
Governador, eu também tenho um parente lá no Rio Grande de
sobrenome Azambuja. Por sinal é uma grande família espalhada por lá, mas este é
especial, chama-se Laerte Azambuja, é
fazendeiro, casado com a minha prima a Matilde Domingues, porém o coitado do
parente na meia idade, logo que se aposentou como funcionário público, ficou
cego e a esposa é seu norte.
Ele tem uma fazendola em Encruzilhada do Sul, herdou outra
dum tio-avô em Rio Pardo e por cima tem um criatório de asininos em Bossoróca.
Mas bueno, vamos por partes, a patroa carrega ele pra tudo
quanto é arremate de gado, pois ele gosta de ver em pensamento aquele gritedo
do leiloeiro, e se tiver por acaso uma
novilha, uma vaca ou um touro brasino, não importa o preço, a Matilde lasca o
cheque, e o brasino vai pra fazendola, porque ele sempre gostou do gado desse
pêlo, pois olha no campo e vê tudo amarelo listrado de preto, parece até uma
tigrada de bengala, o Ibama não deixou ele criar um, mas entre galgos e
ovelheiros, tudo brasino, tem mais de três dúzias, e falando nisso, até as
galinhas ele tentou abrasinar, colocou umas rodes e polacas, e uma vintena de
galo Catalão, mas não deu certo, no entanto, entreverado assim no terreiro,
preto com amarelo, parece tudo brasino,
até a Matilde, fica brasina quando ele passa o laço nela na cama.
Num belo dia desses, despontando a primavera, chegaram por lá
de helicóptero da FAB, uns compradores de gado da tal de Friboi, e ele
entusiasmou-se devido a propaganda do Toni Rama, e como soube por um vizinho que o dito comprador é filho
do homem, e até a Presidenta avaliza os negócios dele, entabulou
negociação. Conversa vai, conversa vem,
queriam comprar todo o seu gado brasino, pois só de tapete daquela pelagem iam
fazer fortuna. Dona Fulana ia fazer a venda, pois ela tem cidadania italiana,
mas não se acertaram no preço, o Laerte, para não vender mesmo os seus
brasinos, pediu três vezes mais o preço da arrouba em Araçatuba.
Depois de uns mates e churrasco ao meio dia e de nova
tentativa de compra fracassada, perguntaram se ele não tinha Devon preto para
vender, ai ele se interessou, queriam 100.000 bois, e pagavam a vista. Ele
balanceou a situação, fez de conta que olhava longe com pena de vender a boiada
de Rio Pardo e lascou: “se o negócio serve pra vocês, eu vendo 70.000 Devon
preto e completo a carga de cem com 30.000 bubalinos, pode ser”?
Negócio fechado, os magnatas do Centro Oeste ficaram para
jantar um carreteiro e de sobremesa uma pessegada com leite, nesse meio tempo, perguntaram se por acaso ele não tinha ovelhas
para vender.
O Laerte pigarreou, sentado no seu banco em cima dum pelegaço
brasino, meio sem jeito e respondeu: “chegaram tarde. Eu tinha depositado na
beira trilhos de Cacequi a Livramento, 1.250 carretel de velo de primeira, mas
chegaram os Australianos e arremataram e levaram em vinte e cinco composições
toda aquela lãnzinha para o Porto de Montevidéu, cedido melo Mujica, e junto se
foi a nossa ovelhama toda, coisa de 300 mil, pois os cangurus tinham um
compromisso com a Síria e a Arábia Saudita. Aquela gente, dizem, só comem
borrego curdo e cordeiro cristão.
Mas seu Laerte, como o senhor sabe, lá pras nossas bandas de
São Paulo e Minas Gerais, ainda se precisa de muitos asininos, na cidade, nas
praias, nas carvoarias, nos canaviais,
nos laranjais, na caatinga, e agora
nessa seca, mais ainda, para carregar as pipas dos açudes para os Paulistanos,
então, por acaso o senhor nos indica algum grande produtor?
Não há de que, estão falando com o próprio.
Acho que já faz mais de quinze anos que eu tenho esse
criatório de burros e mulas lá em Bossoroca, é o meu centro exportador, o
Capataz é o Olivo Dutre, mas não é uma criaçãozinha qualquer, é especial, pois
importei da chácara do Salvador lá do Tile, uns burrão espanhol e uma mulada
ruana, especial, comem pouco, só de milhão pra cima, pois tem só dois dentes, é
uma cruza de lhama com mula, apelidei de “mulama”...de quantas mil o Diretor
vai precisar?
Os Goianos montaram no helicóptero da FAB e se foram à base
aérea de Camobi em Santa Maria e contrataram não sei quantos jumbos da Embraer,
para levaram os 70 mil Devons, 30 mil búfalos, e a mulada seguiu de trem e
caminhões para Minas Gerais.
Tempos depois seu Laerte Azambuja, soube que a sua mulada,
fizera o maior sucesso, principalmente nas Minas Gerais, pois não é que
resolveram cruzar a mulada mineira de dois dentes com os jegues do nordeste, e
ganharam até a eleição!?
Odilon
Garcez Ayres
11.11.2014. Membro
da APL-RS e da ALB-MS.
ANJOS MUTANTES
As árvores são misteriosas...
Elegantes,
Exuberantes,
Majestosas...
No inverno, se cobrem de neve
E ficam encantadas!
No outono, ficam nuas,
No verão, se vestem,
Na primavera, florescem...
Sob o sol ficam iluminadas,
De noite,
Viram silhuetas...
Ao amanhecer estão úmidas
E exalam aromas...
Cobertas de verde,
Também amarelecem,
Se despem, se vestem...
E, de novo,
Florescem!...
Silvania Marques kaminski
As árvores são misteriosas...
Elegantes,
Exuberantes,
Majestosas...
No inverno, se cobrem de neve
E ficam encantadas!
No outono, ficam nuas,
No verão, se vestem,
Na primavera, florescem...
Sob o sol ficam iluminadas,
De noite,
Viram silhuetas...
Ao amanhecer estão úmidas
E exalam aromas...
Cobertas de verde,
Também amarelecem,
Se despem, se vestem...
E, de novo,
Florescem!...
Silvania Marques kaminski
A quem interessar possa...
“É um novo tempo”, uma expressão para lá de velha. O tempo sempre será
novo a cada milésimo de segundo que passa.
Mas não é isso que quero discorrer. O que quero é comentar sobre as
redes sociais que estão (re) vivendo o olho por olho, o velho oeste, a velha e
famosa rede de intrigas. Dizem o que querem (sem muito conhecimento de causa),
criticam (sem serem críticos), caluniam (sem razão aparente), e uma gama de
outras infrações de caráter, achando que estão cobertos de razão.
Para aqueles que ainda têm massa encefálica funcionando poder-se-ia
dizer que é um banquete. A Filosofia que o diga.
A cada minuto deparamo-nos com cada aberração... É o Apocalipse
chegando.
No entanto existe um tênue foco de lucidez em cada indivíduo pensante no
entender que essas pessoas já passaram. Em nosso tempo de liquidez só
permanecerá as almas puras e pensamentos bons.
Os soberbos perecerão pelos seus próprios enganos. Os tolos continuarão
tolos e os sábios caminharão sóbrios de sabedoria.
Não é um novo tempo, é o tempo sem
filtros tanto de um lado como do outro. O espiritual que é a essência da
vida está mostrando qual ser humano prevalecerá.
Em tempo: Foi assim desde o princípio, hoje apenas o senhor tempo descobriu o véu que
encobria o negror e o colorido das almas.
(Sarah
Embaixadora/2017)
NOTA:
Sarah Embaixadora é heterônimo da Nena Sarti Presidente da ALBMS – cadeira nº.
01 – Patrono Elpídio Reis.
20-PERSONAGENS BÍBLICOS - LEVI, O
TERCEIRO FILHO DE JACÓ:
Levi era
o terceiro filho de Jacó, com sua esposa Léia. Em hebraico, o termo “Levi” tem
o significado de “Adesão”. Em aramaico significa “Ligado”. Ele nasceu em
Padã-Arã (Gênesis 29.32,33; 35.23-26). Quando Levi nasceu, Léia disse:
“__Agora, desta vez, se ajuntará o meu marido comigo, por que lhe tenho dado
três filhos” (Gênesis 29.34). Foi por essa razão que Léia lhe deu o nome de
Levi. E, ele foi o pai de Gérson, Coate e Merari, os fundadores das três
principais divisões dos levitas (Gênesis 46.11; 1º Crônicas 6.1,16).
Levi e
seu irmão Simeão tomaram medidas drásticas contra aqueles que aviltaram Diná, a
irmã deles (Gênesis 34.25-31). Essa demonstração de violência foi condenada por
Jacó, que predisse a dispersão dos descendentes de Levi, em Israel. Essa
maldição profética se cumpriu quando os levitas foram dispersos em 48 cidades
levitas, no território das tribos de Israel, na terra de Canaã (Gênesis 49.7;
Josué 21.41). Ainda jovem Levi acompanhou o seu pai Jacó, na sua ida para o
Egito. E, ali morreu aos 137 anos de idade (Êxodo 1.1.2; 6.16).
Os
descendentes de Levi foram chamados de levitas. O termo se aplicava a toda à família.
Mas, por vezes, excluía a família sacerdotal de Arão, que também era levita, da
família de Coate (Josué 14.3,4; 21.1-3). Desta forma, as expressões
“sacerdotes” e “levitas” eram comuns, quando se referiam aos descendentes de
Levi e os serviços sacerdotais. Isso porque os deveres sacerdotais se
restringiam aos membros varões da família do levita Arão, sendo que os outros
levitas atuavam como ajudantes (Números 3.3,6-10). Essa divisão começou quando
se ergueu o Tabernáculo, pois antes disso nenhuma família ou tribo fora
designada para oferecer sacrifícios ou holocaustos (Êxodo 24.5).
Os
levitas foram escolhidos por Deus, em lugar de todos os primogênitos das outras
tribos (Êxodo 13.1,2, 11-16; Números 3.41). Contados a partir de um mês de
idade, totalizavam 22.000 varões levitas, que podiam ser trocados pelo mesmo
número de primogênitos varões das outras tribos. O recenseamento feito no
deserto do Sinai revelou que havia 22.273 primogênitos nas outras tribos. Por
conseguinte, Deus exigiu que se pagasse um preço de resgate de cinco ciclos
(US$ 11) a Arão e seus filhos para cada um dos 273 primogênitos a mais que o
número de levitas (Números 3.39, 43, 46-51).
Os
levitas foram formados por três famílias, provenientes dos filhos de Levi:
Gérson, Coate e Merari (Gênesis 46.11; 1º Crônicas 6.1). Cada uma dessas
famílias recebeu um lugar designado, próximo do Tabernáculo, no deserto. A
família coatiota de Arão acampava em frente ao Tabernáculo, para o leste. Os
demais coatiotas acampavam no lado sul, os gersonitas ao oeste e os meraritas
ao norte (Números 3.23-38).
Armar,
desmontar e transportar o Tabernáculo era função dos levitas. Quando chegava a
hora de levantar acampamento, Arão e seus filhos retiravam a cortina que
dividia o Santo do Santíssimo e cobriam a Arca da Aliança, os altares e os
outros móveis e utensílios Sagrados. Então, os coatitas transportavam estas
coisas. Os gersonitas transportavam os panos da tenda, as coberturas, os
cortinados do pátio, os reposteiros, os cordões da tenda e as cordas do próprio
Tabernáculo. Os meraritas cuidavam das armações dos painéis, das colunas, dos
pedestais de encaixe, das estacas, dos cordões da tenda e das cordas do pátio
que cercava o Tabernáculo (Números 1.50,51; 3.25-37; 4.4-33; 7.5-9).
Nos dias
de Moisés, era aos 30 anos de idade que o levita assumia os seus plenos
deveres, tais como carregar o Tabernáculo e seus utensílios, quando ele mudava
de um lugar para outro (Números 4.46-49). Alguns deveres podiam ser realizados
a partir dos 25 anos. Mas, não o serviço pesado, como transportar o Tabernáculo
(Números 8.24). Nos dias do rei Davi a idade foi reduzida para 20 anos. A razão
apresentada por Davi foi que o Tabernáculo seria substituído por um Templo, e
não mais seria transportado. Com isso, as designações de serviços obrigatórios
terminariam aos 50 anos de idade (Números 8.25,26; 1º Crônicas 23.24-26).
Os
levitas tinham que ser bem versados na Lei, pois eram sempre convocados para
lê-la em público e ensiná-la ao povo israelita (1º Crônicas 15.27; 2º Crônicas
5.12; 17.7-9; Neemias 8.7-9). O sustento dos levitas provinha principalmente
dos dízimos das outras tribos, sendo-lhes dado um décimo de tudo o que era
produzido no solo e do gado. Por sua vez, os levitas repassavam um décimo do
que recebiam para os sacerdotes (Números 18.25-29; 2º Crônicas 31.4-8; Neemias
10.38,39).
Embora isentos
do serviço militar e de participação nos combates das tropas israelitas, os
“levitas” e os “sacerdotes” recebiam parte dos despojos de batalhas ganhas pelo
exército de Israel (Números 1.45-49; 31.25-31). Os levitas não receberam
nenhuma consignação de território em Canaã, pois o próprio Deus era o seu
quinhão (Números 18.20). Mas, as outras tribos de Israel deram-lhes um total de
48 cidades conquistadas, espalhadas por toda a Terra Prometida (Números
35.1-8).
Venâncio Josiel dos
Santos – Membro da ALB/MS
Ocupante da Cadeira nº
06 – Arthur Jorge.
19-PERSONAGENS BÍBLICOS - SIMEÃO, O
SEGUNDO FILHO DE JACÓ:
Simeão foi o
segundo filho de Léia e Jacó. Em hebraico, a palavra “Simeão” significa
“Audição”. Em aramaico tem o significado de: “Ouvir” ou “Escutar”. Quando
Simeão nasceu, a sua mãe exclamou: __
“Porquanto o Senhor ouviu que eu era aborrecida, me deu também este filho”
(Gênesis 29.33). Simeão era um jovem briguento, vingativo e cruel. Já homem
feito, induziu seu irmão Levi a associar-se com ele numa campanha vingativa
contra a cidade de Siquém, cujo príncipe (de mesmo nome) havia desvirginado
Diná, irmã de ambos. Levi deixou-se
convencer pelo irmão mais velho, e junto com ele e outros jovens israelitas também
arrebanhados por Simeão, atacaram a cidade de Siquém, matando todos os homens.
E, aprisionando as mulheres e seus filhos. Jacó só tomou conhecimento do fato
depois que ele ocorreu. Assim, nada mais ele podia fazer para evitar o massacre
(Gênesis 34.1-12).
O massacre
dos siquemitas pelos filhos de Jacó foi facilitado pelo fato dos homens estarem
em convalescência, após terem feito a circuncisão. Tal exigência fora feita por
Jacó e seus filhos como requisito necessário para conceder a autorização para o
príncipe Siquém se casar com Diná, vez que ele não era israelita, e sim gentio.
A mesma exigência atingia a todos os homens da cidade, incluindo o rei Hamor.
Demonstrando sua boa vontade para com Jacó e seus filhos, e desejando que os
siquemitas convivessem bem com os seus vizinhos israelitas, Hamor determinou
que todos os homens da cidade fizessem a circuncisão. Ele desejava ardentemente
que o casamento do filho fosse bem sucedido, pois Siquém demonstrara
arrependimento pelo que fizera com Diná, e desejava reparar o erro, casando-se
com ela (Gênesis 34. 13-24).
O ataque
ocorreu de surpresa, quando todos os homens siquemitas estavam impossibilitados
de se defenderam. Após matarem a todos (incluindo Siquém e seu pai Hamor), os
filhos de Jacó resgataram sua irmã Diná, aprisionaram as mulheres siquemitas e
seus filhos, capturaram todos os rebanhos da cidade e os objetos pessoais dos
siquemitas, e os levaram para o acampamento, como despojo de guerra. Indignado,
Jacó repreendeu severamente, de forma verbal, os filhos Simeão e Levi.
Alertou-os que tal procedimento levaria às cidades circunvizinhas a se juntarem
contra eles, numa campanha punitiva, e todos pereceriam. E, que daquele momento
em diante todas as pessoas do acampamento estavam em perigo. Deveriam partir
dali, antes que fosse tarde demais (Gênesis 34.25-31).
Assim, sob a
orientação de DEUS, Jacó levantou acampamento e partiu em direção às terras de
Luz, na região de Canaã, longe dali. Enquanto se preparavam para partir,
aproximaram-se do acampamento alguns exércitos das cidades vizinhas a Siquém.
Porém, vendo os israelitas partindo, não tiveram coragem de atacá-los, pois
Deus fizera vir sobre eles um grande temor. Assim, Jacó e sua comitiva chegaram
a salvo na região de Betel, aonde ele ergueu um altar e ofereceu um holocausto,
em gratidão pelo grande livramento que recebera de DEUS (Gênesis 35.1-7).
Anos depois,
já morando no Egito (onde o seu filho José era o governador de alimentos),
pouco antes de sua morte, Jacó abençoou seus filhos. Ao abençoar Simeão, Jacó
disse as seguintes palavras: __Simeão e
Levi são irmãos. As suas espadas são instrumento de violência. No seu secreto
conselho não entre a minha alma; com a sua congregação minha glória não se
ajunte. Porque no seu furor mataram varões; e na sua teima arrebataram bois.
Maldito seja o seu furor, pois era forte; e sua ira, pois era dura. Eu os
dividirei em Jacó, e os espalharei em Israel (Gênesis 49.5-7).
Observe-se
que Jacó abençoou os filhos Simeão e Levi em dupla, com uma bênção única,
enfatizando o caráter agressivo de ambos. Posteriormente, a tribo de Simeão foi
formada pelos descendentes de seus seis filhos: Jemuel; Jamim; Oade; Jaquim;
Zoar e Saul (Gênesis 46.10; Êxodo 6.15). Durante a peregrinação pelo deserto,
após a saída do cativeiro egípcio, a tribo de Simeão era liderada por Selumiel,
que em hebraico significa “Paz de Deus” (Números 1-4-6; 2.12; 7.36-41; 10.19).
É
interessante observar que a Bíblia Sagrada faz menção a cinco homens e uma
tribo com o nome de Simeão. Senão, vejamos:
1-Simeão: o segundo filho de Jacó.
2-Simeão: um dos filhos de Harim. Um dos
cativos na Babilônia ao qual o profeta Esdras aconselhou a deixar suas mulheres
e filhos pagãos, e retornar para Jerusalém (Esdras 10.10, 11, 31, 32, 44).
3-Simeão: ancião reverente e respeitoso
que reconheceu Jesus (ainda criança) como o Filho de Deus, no Templo de
Jerusalém. Na ocasião estavam presentes José e Maria, os pais de Jesus (Lucas
2.22, 25-35).
4-Simeão: um dos antepassados de Maria,
a esposa de José e mãe de Jesus (Lucas 3.30).
5-Simeão Níger: um dos anciãos da
congregação e Antioquia, na Síria. Um dos cristãos que impuseram as mãos sobre
Barnabé de Paulo, após ambos terem sido designados (pelo Espírito Santo) para o
ministério missionário (Atos 13.1-3).
6-A tribo de Simeão: forma pela qual
era chamada a tribo de Israel, descendente de Simeão (o segundo filho de Jacó e
Léia), formada pelos descendentes de seus seis filhos: Jemuel; Jamim; Oade;
Jaquim; Zoar e Saul (Gênesis 46.10; Êxodo 6.15). Os membros dessa tribo eram
chamados de “simeonitas”.
Venâncio Josiel dos
Santos – Membro da ALB/MS
Ocupante da Cadeira nº
06 – Arthur Jorge.
18-PERSONAGENS BÍBLICOS - RUBEM, O
PRIMOGÊNITO DE JACÓ:
Rubem foi o
primeiro filho de Léia e Jacó. Em hebraico a palavra “Rubem” tem o significado
de “Eis um filho!” - (Gênesis 29.32).
Rubem teve seis irmãos germanos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe),
sendo cinco varãos e uma varoa: Simeão; Levi; Judá; Issacar; Zebulom e Diná.
Teve também seis meio-irmãos (filhos de Jacó com as outras esposas): José;
Benjamim Benoni; Dã; Naftali; Gade e Aser (Gênesis 29.33-30.24).
Rubem era um
jovem inescrupuloso, indeciso e não tinha uma efetiva liderança sobre os seus
irmãos, embora fosse o mais velho. Tanto é que quando os seus irmãos resolveram
matar José (outro dos seus irmãos), o máximo que Rubem conseguiu fazer para
evitar a tragédia foi convencê-los a jogar José vivo, num poço seco, e
abandoná-lo ali, para que fosse devorado por uma fera do deserto. Com isso,
embora não concordasse com o assassinato de José pelos irmãos, Rubem não se
empenhou para salvá-lo. Apenas prolongou a sua agonia. Assim, tiraram a túnica de
José e o lançaram num poço vazio do deserto (Gênesis 37.1-24).
Passadas
algumas horas, uma caravana de mercadores ismaelitas passava pelas proximidades
do poço onde José fora lançado. Nessa ocasião, Judá teve a ideia de vender José
para esses mercadores, como se fosse um escravo. Seus irmãos concordaram e José
foi vendido por vinte moedas de prata. Após a venda, mataram um novilho do
rebanho que pastoreavam, e sujaram a túnica de José com o sangue, a fim de
informarem a Jacó que José havia sido devorado por uma fera no deserto. E assim
foi feito. Enquanto isso, os mercadores revendiam José no Egito, para um
oficial egípcio chamado Potifar, capitão da guarda do faraó. Por ocasião da
venda de José para os ismaelitas, Rubem estava na companhia de nove dos seus
irmãos: Simeão; Levi; Judá; Issacar; Zebulom; Dã; Naftali; Gade e Aser. José
foi à vítima e Benjamim Benoni (o caçula) ficara no acampamento, na companhia
de Jacó (Gênesis 37.25-36).
Porém, o ato
pecaminoso mais grave na vida de Rubem seria o incesto que ele praticou com
Bila, a terceira mulher de seu pai (Gênesis 35.22). Porém, Jacó logo soube do
fato, mas guardou segredo, só o revelando quando estava abençoando seus filhos
antes de sua morte. Na ocasião ele dirigiu as seguintes palavras a Rubem: __Tu és o meu primogênito! Também és a minha
força e o princípio da minha virilidade. Fostes o mais excelente em altura e em
poder. Porém, inconstante como a água, não mais serás o mais excelente, porque
subiste à minha cama e desonraste o leito de teu pai! Por isso, não te
sobressairá! (Gênesis 49.1-4).
Assim, Jacó informava
para Rubem que ele não teria as prerrogativas de sua primogenitura, pois havia
pecado contra a honra de seu pai. Bila era serva de Raquel, a esposa preferida
de Jacó. Bila tinha sido dada como concubina a Jacó pela própria Raquel, que se
ressentia de não ter dado ainda nenhum filho a Jacó, enquanto Léia, a primeira
esposa já lhe dera vários. Segundo a cronologia bíblica, tal incesto teria
ocorrido depois da morte de Raquel, que acabou dando dois filhos a Jacó: José e
Benjamim Benoni. A Bíblia não revela se Rubem induzira Bila a praticar tal ato
com ele por pura lascívia, ou se teria outro plano em mente, tal como
simplesmente desmoralizar o pai ou impedir que Bila se tornasse a preferida de
Jacó, em substituição a sua falecida ama (Raquel). Sendo Rubem filho de Léia e
o primogênito dos filhos de Jacó, possivelmente ele desejava que a sua mãe
(Léia) fosse à esposa preferida do pai, e não a sua tia (Raquel). É possível
que Rubem temesse que, com a morte de Raquel, Bila passasse a ser a mulher
preferida de Jacó.
Com esse
incesto, Rubem transgrediu diretamente aquele que seria o quinto mandamento da
Lei de Deus, que diz: “Honrai teu pai e
tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra, que o Senhor Teu Deus te
dá” (Êxodo 20.12; Deuteronômio 5.16). Com esse mesmo ato, ambos
transgrediram conjuntamente o sétimo mandamento dessa mesma Lei Divina, que
diz: “Não adulterarás” (Êxodo 20.14;
Deuteronômio 5.18).
É
interessante observar que no sistema patriarcal vigente no Antigo Testamento,
era lícito ao homem possuir várias mulheres (ao mesmo tempo, entre esposas e
concubinas). Inversamente, a mulher só podia ser esposa dum único homem. Caso
ela fosse casada e se envolvesse com outro homem, estaria cometendo adultério e
deveria ser punida com a morte, por apedrejamento. O homem casado que se
envolvesse com uma mulher casada com outro homem, também cometeria adultério e
deveria ser apedrejado até a morte. Mesmo o homem solteiro que se envolvesse
com uma mulher casada cometeria o adultério, e receberia mesma pena que a
mulher adúltera.
Assim, se Jacó
tivesse denunciado (e tornado público) o envolvimento de Bila (sua terceira
mulher) com Rubem (seu filho primogênito), ambos deveriam ser julgados
publicamente e seriam condenados à morte por apedrejamento. Essa era a lei da
época. Portanto, ao silenciar sobre o fato, Jacó poupou a vida de ambos, mesmo
em prejuízo de sua própria honra. Além de Rubem, a Bíblia Sagrada aponta outros
homens que cometeram incesto com mulheres de seu pai, como: Absalão e Adonias
(filhos do rei Davi). E, a exemplo de Rubem, não foram punidos por causa disso.
Posteriormente, Absalão e Adonias foram mortos por outros motivos, que não o
incesto ou o adultério contra o próprio pai.
Venâncio Josiel dos
Santos – Membro da ALB/MS
Ocupante da Cadeira nº
06 – Arthur Jorge.
17-PERSONAGENS BÍBLICOS - ZILPA, A
QUARTA MULHER DE JACÓ:
Zilpa foi à
quarta mulher de Jacó. Antes ela fora serva na casa de Labão (sogro de Jacó)
que a deu como presente de casamento à Léia (sua filha mais velha) quando esta
desposou Jacó. Depois de dar quatro filhos varões ao marido, e acreditando que
não mais daria à luz, Leia deu sua serva como concubina a Jacó, para que ela
lhe gerasse mais filhos. Assim, Zilpa deu dois filhos a Jacó: Gade e Aser.
Estes deram seus nomes a duas das tribos de Israel, que deles descenderam. Das
quatro mulheres de Jacó, Zilpa foi a que teve vida mais longa. Léia casou-se
com Jacó no ano de 774 AC, ocasião em que recebeu Zilpa como presente de
casamento de seu pai Labão (Gênesis 29.24; 30.9-13; 32.22; 33.1,2; 37.2;
46.16-18).
É
interessante observar que Léia deu sua serva Zilpa para seu marido Jacó a fim
de concorrer com Raquel, à esposa preferida de Jacó. Léia havia parado
temporariamente de gerar filhos. Assim, para continuar a prole de Jacó, ela
deu-lhe Zilpa, para que a substituísse. Assim, nasceram Gade e Aser (filhos de
Jacó com Zilpa). Nessa época Raquel já havia dado sua serva Bila para Jacó,
tendo esta lhe dado dois filhos: Dã e Naftali. Raquel continuava estéril. No
entanto, passada algum tempo, Léia voltou a conceber de Jacó e deu-lhe mais
três filhos: Issacar, Zebulom e Diná. Algum tempo depois do nascimento Diná (a
caçula de Jacó e Léia), Raquel veio a engravidar a dar um filho varão a Jacó:
José (Gênesis 30.14-26).
Logo após o
nascimento de José, Jacó decidiu sair das terras do seu sogro Labão, para quem
trabalhara por 14 anos. Não querendo perder o seu principal gerente-produtor, e
vendo que Jacó era bem sucedido em tudo o que fazia, Labão fez-lhe uma nova
proposta de trabalho, tendo desta feita, como fonte de pagamento, parte dos
rebanhos de sua propriedade. Assim, Jacó trabalhou mais seis anos para Labão,
totalizando 20 anos. Cumprido o prazo combinado, Jacó decidiu sair
definitivamente das terras de se sogro. Reuniu suas mulheres, seus filhos, seus
servos e seus rebanhos e encaminhou-se para Canaã, de onde saíra fugitivo da
ira de seu irmão Esaú. Na ocasião, sua esposa Raquel estava grávida de outro
filho, que nasceria em Canaã, e que receberia no nome de Benjamim Benoni.
Um dos
motivos que fez com que Jacó desejasse sair das terras do sogro foi o fato dos
filhos varãos de Labão estarem fazendo comentários maldosos sobre o
enriquecimento de Jacó. O próprio Labão também não estava satisfeito com a
prosperidade do genro. Por várias vezes Labão mudara a forma de pagamento de
Jacó. Mas, qualquer que fosse a proposta de Labão, Jacó a aceitava e prosperava
bem mais do que o sogro. Foi nesse clima que Jacó (orientado por DEUS) saiu das
terras de Labão (Gênesis 30.27-42).
No entanto,
antes de partirem, Raquel furtou os ídolos da casa de seu pai Labão, e levou-os
escondidos em sua bagagem. Ela manteve o seu ato em segredo, não o revelando a
ninguém. Ao descobrir o furto, Labão reuniu seus filhos e alguns servos e
partiu em perseguição à comitiva de Jacó, alcançando-a acampada na montanha de
Gileade. Após relatar ao genro a sua desconfiança de que fora o próprio Jacó
quem lhe furtara os ídolos, este deu permissão para que Labão vasculhasse todas
as bagagens e todas as tendas do acampamento. Caso os ídolos furtados fossem
encontrados com alguém, seriam devolvidos e o responsável pelo furto seria
morto imediatamente. Labão, seus filhos e seus servos vasculharam todo o
acampamento e revistaram e todas as bagagens, e nada encontraram.
Aproveitando-se
do fato de estar grávida, Raquel (a autora do furto) assentou-se sobre a sua
bagagem, aonde escondera os ídolos do pai. Quando ele entrou em sua tenda, ela
desculpou-se pelo fato de estar passando mal e não poder levantar-se para
receber e abraçar Labão. Este, acreditando nas palavras da filha, e supondo que
ela seria incapaz de cometer uma to de furto, aceitou suas desculpas e
despediu-se dela. Voltou para a sua terra sem ter recuperado os seus ídolos
(Gênesis 31.1-55).
O objeto do
furto de Raquel era chamado de “TERAFINS”, que são “os deuses ou ídolos de uma família”. Portanto, Labão cultivava
seus “deuses” e guardava-os em sua casa. Esse hábito da época assemelha-se ao
uso atual de muitas famílias católicas, que abrigam no interior de suas casas
alguns “santos” de madeira, barro, argila, gesso, pedra e outros materiais. No
caso de Raquel, nenhum proveito teve o seu ato. Nem para si e nem para os
outros membros da caravana. Isso porque tempos depois, ao sair das vizinhanças
de Siquém (após o massacre da cidade pelos irmãos Simeão e Levi), Jacó reuniu
todas as suas mulheres, seus filhos e seus servos e ordenou que todos lhe
entregassem os ídolos que porventura trouxessem consigo, para destruí-los. Jacó
foi obedecido por todos, incluindo Raquel (Gênesis 35.1-7).
Venâncio Josiel dos
Santos – Membro da ALB/MS
Ocupante da Cadeira nº
06 – Arthur Jorge.
16-PERSONAGENS BÍBLICOS - BILA, A
TERCEIRA MULHER DE JACÓ:
Bila foi à terceira
mulher de Jacó. Inicialmente, ela foi serva na casa de Labão (sogro de Jacó),
que a deu como presente de casamento à sua filha Raquel, quando ela casou-se
com Jacó. Posteriormente (ao perceber que era estéril) Raquel deu sua serva
Bila como concubina para Jacó, para que ela gerasse filhos em seu lugar. Assim,
Bila deu dois filhos a Jacó: Dã e Naftali. Assim como os outros filhos varãos
de Jacó, Dá e Naftali deram seus nomes a duas das tribos de Israel (Gênesis
16.2; 29.29; 30.3-8; 35.25; 1º Crônicas 7.13).
Na ocasião em
que se encontrou com seu irmão gêmeo Esaú, Jacó apresentou-lhe Bila como sua
terceira esposa. Fazia 20 anos que os irmãos não se viam. Foi essa mesma Bila
quem praticou incesto com Rubem, o filho primogênito de Jacó. Esse fato ocorreu
tempos depois da morte de Raquel, sua antiga ama (Gênesis 35.22; 49.3,4).
Padã-Harã, a
terra natal de Bila localizava-se ao norte da mesopotâmia. Era uma região de
planície, com uma grande baixada, com terras ideais para o plantio de sementes
e criação de rebanhos. Nessa região existia uma bela cidade chamada Harã. Esta
cidade ficava próxima de outra, de nome Padã-Naaraim. Enquanto Harã
localizava-se na região plana, Padã-Naaraim ficava na região montanhosa, já
fora da região de Padã-Harã, que também era conhecida como “Campo da Síria”
(Gênesis 24.10; 25.20; 28.6-10; 29.4; 35.9; 48.7; Números 23.7; Deuteronômio
23.4; Oséias 12.12).
Foi em
Padã-Harã que Jacó trabalhou 20 anos para o seu sogro Labão. Foi na cidade de
Harã que o patriarca Abraão (pai de Isaque e avô de Jacó) residiu por alguns
anos. Foi também nessa região de Jacó teve 11 filhos varões e uma filha varoa:
Diná. Isso porque Raquel (a esposa preferida de Jacó) só veio a ter o seu
último filho (Benjamim Benoni) nas terras de Canaã. Assim, foi em Canaã que
Bila veio a cometer incesto com o filho mais velho de Jacó (Rubem), após a
morte de Raquel (Gênesis 12.4; 28.7-10; 22.20-23; 25.20; 28.6; 29.20-30.24;
31.17-41; 35.16-26; 46.15; 48.7).
Quanto a
Canaã (a morada de Jacó com suas mulheres, seus filhos e seus servos, antes de
se mudarem para o Egito) era uma região fértil, como excelentes lugares para
plantio de trigo e bons pastos para os rebanhos. O território de Canaã situava-se
entre o Egito, a Ásia, a Mesopotâmia e a Síria. Por causa de sua posição
geográfica, Canaã era habitada por muitos comerciantes ou mercadores. A própria
palavra “Canaã” tem o significado de: “Terra de Comerciantes” (em hebraico) e
“Terra de Mercadores” (em aramaico). Os nativos da região eram conhecidos como
“cananeus”. Os nativos cananeus dividiam-se em 11 tribos: 1-Amorreus;
2-Hititas; 3-Jebuseus; 4-Heveus; 5-Girgaseus; 6-Sidônios; 7-Arcadeus;
8-Hamateus; 9-Arqueus; 10-Sineus; 11-Zemareus. Essas eram as tribos
“cananéias”.
Os amorreus ocupavam a região montanhosa
de Canaã, e possuíam as cidades de Basã, Gileade e a parte leste do rio
Jordão. Era a tribo mais forte entre os
cananeus (Gênesis 10.15-19; Josué 10.5; 11.3; 13.4). Os hititas habitavam a região norte e sul próximas à Síria e possuíam
a cidade de Hébron. Era a segunda tribo Cananeia em poder e força bélica
(Gênesis 13.29, 20; Josué 1.4; Juízes 1.23-26; 1º Reis 10.29). Os jebuseus habitavam região montanhosa
em redor do local aonde seria construída a cidade de Jerusalém (Números 13.29;
Josué 18.16-28). Os heveus
estendiam-se do norte ao sul, ocupando toda a região de Gibeão até o sopé do
monte Hermon (Josué 39.3-7; 11.3). Os girgaseus
habitavam as regiões periféricas ao jebuseus e heveus. E os sidônios, arcadeus, hamateus, arqueus,
sineus e zemareus estendiam-se por toda a parte norte da região de Canaã,
coabitando pacificamente com as outras tribos cananéias.
Originariamente,
a região recebeu o nome de Canaã por ter sido povoada e habitada pelos
descendentes de Canaã, filho de Cão e neto de Noé. Canaã foi pai de onze filhos,
que deram seus nomes às tribos cananéias (Gênesis 9.18; 10.15-20). Foi Canaã (o
filho caçula de Cão, irmão de Sem e Jafé) o responsável pelo incidente narrado
no texto de Gênesis 9.20-27.
Foi o
primeiro caso de “BULLYING” após o dilúvio, tendo como vítima Noé, o avô de
Canaã. Isso resultou numa maldição proferida contra Canaã e seus descendentes.
Tanto é que os cananeus acabaram sendo conquistados e exterminados pelos
israelitas, nas guerras de conquistas pela Terra Prometida.
Venâncio Josiel dos
Santos – Membro da ALB/MS
Ocupante da Cadeira nº
06 – Arthur Jorge.
PAIXÃO
Uma estranha loucura
De almas que se procuram...
Há asas que voam
No céu da ternura...
Corações que se entregam,
No véu da candura...
E as mentes flutuam
No mar da doçura...
Depois...
Viram pássaros feridos,
Sem asas,
Nem gemidos...
Já não cortam os ares,
Nem mares...
Não tem mais ternura,
Nem doçura,
Nem candura...
São almas...
Apenas almas...
Sofridas,
Iludidas...
Depois se acalmam,
E voam, de novo...
Pois há ainda,
Uma estranha loucura,
Que ainda perdura...
Silvania Marques Kaminski
Uma estranha loucura
De almas que se procuram...
Há asas que voam
No céu da ternura...
Corações que se entregam,
No véu da candura...
E as mentes flutuam
No mar da doçura...
Depois...
Viram pássaros feridos,
Sem asas,
Nem gemidos...
Já não cortam os ares,
Nem mares...
Não tem mais ternura,
Nem doçura,
Nem candura...
São almas...
Apenas almas...
Sofridas,
Iludidas...
Depois se acalmam,
E voam, de novo...
Pois há ainda,
Uma estranha loucura,
Que ainda perdura...
Silvania Marques Kaminski
A Energia do Final de Ano!
Enfim esse ano cheio de provações vai chegando ao fim, onde nosso país está passando por muitas dificuldades, por inúmeros motivos.
A gente parece que está a cada ano disputando uma corrida, onde quem estiver vivo e com suas faculdades íntegras é o grande vencedor.
Em todas as esferas a gente vê plantada uma dificuldade e se a gente não pensar realmente que existe um Deus e que tudo isso não é por acaso, a gente também não chega com nossa integridade ao final do ano, em que as energias positivas vão sendo recarregadas, conseguindo enxergar um mundo que pode melhorar.
Assim é o Natal, nascimento e renovação, onde a esperança num Cristo renascido é a fonte de todo o nosso festejo e também é o que temos que insistir em passar para os nossos descendentes, pois o presente nunca será melhor do que a presença.
A presença do nosso melhor amigo, parente, família, pois o Natal acima de tudo é a fonte de energia que habita em cada um de nós, onde quanto mais repassamos, mais essa energia multiplica-se, nos coração de todos!
Assim desprendo-me um pouco dessa minha energia impregnada nas palavras, desejando mais uma fez um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Paz!
Enfim esse ano cheio de provações vai chegando ao fim, onde nosso país está passando por muitas dificuldades, por inúmeros motivos.
A gente parece que está a cada ano disputando uma corrida, onde quem estiver vivo e com suas faculdades íntegras é o grande vencedor.
Em todas as esferas a gente vê plantada uma dificuldade e se a gente não pensar realmente que existe um Deus e que tudo isso não é por acaso, a gente também não chega com nossa integridade ao final do ano, em que as energias positivas vão sendo recarregadas, conseguindo enxergar um mundo que pode melhorar.
Assim é o Natal, nascimento e renovação, onde a esperança num Cristo renascido é a fonte de todo o nosso festejo e também é o que temos que insistir em passar para os nossos descendentes, pois o presente nunca será melhor do que a presença.
A presença do nosso melhor amigo, parente, família, pois o Natal acima de tudo é a fonte de energia que habita em cada um de nós, onde quanto mais repassamos, mais essa energia multiplica-se, nos coração de todos!
Assim desprendo-me um pouco dessa minha energia impregnada nas palavras, desejando mais uma fez um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Paz!
Marcelo de Oliveira Souza, IWA - Salvador - BA - Brasil.
Escritor e Organizador do Concurso
Literário Poesias sem Fronteiras
Instagram: marceloescritor
sábado, 2 de dezembro de 2017
HINO DA ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL/MS.
Compositor: ACILEU ZAMBUJA BRUM- Acadêmico- cadeira 1 de Jardim,MS.
Neste espaço,
cristalino, exuberante
Que mostra a fonte inesgotável da cultura
Paraíso, igarapé predominante,
Onde vagueiam fabulosas criaturas
O olhar vazio e fixo no infinito
Querendo a custo mostrar o potencial
Alma escondida, melodiosa nesse grito
Qual um lamento ecoando no pantanal
Precisamos mostrar que não estão sozinhos
Nossas forças se unirão para acompanhar
Novos campos, novas fontes, outros caminhos
Belas vozes, neste hino a cantar
Disse o sábio filósofo Platão
O ontem, o hoje, dependem do que há de vir
Seu feito espalhou-se por todo o chão
E na amplitude brindemos novo porvir
Em nosso estado sul-mato-grossense
A Academia de letras do Brasil
Honra também o povo descendente
Fortes guapos neste brado varonil
A L B.
Que mostra a fonte inesgotável da cultura
Paraíso, igarapé predominante,
Onde vagueiam fabulosas criaturas
O olhar vazio e fixo no infinito
Querendo a custo mostrar o potencial
Alma escondida, melodiosa nesse grito
Qual um lamento ecoando no pantanal
Precisamos mostrar que não estão sozinhos
Nossas forças se unirão para acompanhar
Novos campos, novas fontes, outros caminhos
Belas vozes, neste hino a cantar
Disse o sábio filósofo Platão
O ontem, o hoje, dependem do que há de vir
Seu feito espalhou-se por todo o chão
E na amplitude brindemos novo porvir
Em nosso estado sul-mato-grossense
A Academia de letras do Brasil
Honra também o povo descendente
Fortes guapos neste brado varonil
A L B.
A Energia do Final de Ano!
Enfim esse ano cheio de provações vai
chegando ao fim, onde nosso país está passando por muitas dificuldades,
por inúmeros motivos.
A gente parece que está a cada ano
disputando uma corrida e quem estiver vivo ou com suas faculdades
íntegras é o grande vencedor.
Em todas as esferas a gente vê plantada
uma dificuldade e se a gente não pensar realmente que existe um Deus, que tudo
isso não é por acaso, a gente também não chega com nossa integridade ao final
do ano, cujas energias positivas vão sendo recarregadas, conseguindo
enxergar um mundo que pode melhorar.
Assim é o Natal, nascimento e
renovação, onde a esperança num Cristo renascido é a fonte de todo o nosso
festejo, sobre o qual também temos que insistir em passar para os
nossos descendentes, pois o presente nunca será melhor do que a presença.
A presença do nosso melhor amigo,
parente, família... Pois o Natal acima de tudo é a fonte de energia que
habita em cada um de nós, onde quanto mais repassamos, mais essa energia
multiplica-se, nos corações de todos!
Assim desprendo-me um pouco dessa minha
energia impregnada nas palavras, desejando mais uma fez um Feliz Natal e um Ano
Novo cheio de Paz!
Feliz Natal & Próspero 2018
Marcelo de Oliveira Souza, IWA -
Salvador - BA - Brasil.
Escritor e Organizador do Conc. Lit.
Poesias sem Fronteiras.
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