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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Carlos Drummond de Andrade - Vida e Obra

Carlos Drummond de Andrade

Membro Correspondente - Silvania Marques Kaminski

Carlos Drummond de Andrade, foi um dos maiores escritores poetas e também contista e cronista, brasileiro, do século XX. Nasceu em Itabira De Dentro, interior de Minas Gerais, no dia 31 de outubro de 1902 e faleceu em 17 de agosto de 1987. Filho de Carlos De Paula Andrade e Julieta Augusta Drummond De Andrade. Em 1925, casou-se com Dolores Dutra De Morais e teve uma única filha: Maria Julieta Drummond De Andrade, também escritora, a qual falecera poucos dias antes dele. Drummond De Andrade, marcou o 2º tempo do modernismo, no Brasil, com o famoso poema “No Meio Do Caminho”. Dentre outras profissões, foi redator do Diário Oficial de Minas, em Belo Horizonte, e fundou: “A Revista”, que foi um veículo do modernismo mineiro. Drummond De Andrade foi vencedor de vários prêmios literários, inclusive um concurso da “Novela Mineira”. Seu estilo poético foi permeado por traços de ironia, observador do cotidiano, de pessimismo, diante da vida e do humor.
Fonte: Biografia

domingo, 29 de outubro de 2017

Rubem Fonseca - Vida e Obra

Rubem Fonseca
Membro Correspondente: Glauber da Rocha

NOME: Rubem Fonseca
DATA DE NASCIMENTO: 11/05/1925
NATURALIDADE: JUIZ DE FORA
FORMAÇÃO: DIREITO.
PROFISSÕES: VÁRIAS.
LIVROS:

ROMANCES
• O Caso Morel (1973)
• A Grande Arte (1983)
• Bufo & Spallanzani (1986)
• Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos (1988)
• Agosto (1990)
• O Selvagem da Ópera (1994)
• E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto (1997)
• O Doente Molière (2000)
• Diário de um Fescenino (2003)
• Mandrake, a Bíblia e a Bengala (2005)
• O seminarista (2009)
• José (2011)

CONTOS
• Os prisioneiros (1963)
• A coleira do cão (1965)
• Lúcia McCartney (1969)
• O homem de fevereiro ou março (1973)
• Feliz Ano Novo (1975)
• O cobrador (1979)
• Romance negro e outras histórias (1992)
• O buraco na parede (1995)
• Histórias de amor (1997)
• A confraria dos espadas (1998)
• Secreções, excreções e desatinos (2001)
• Pequenas criaturas (2002)
• 64 Contos de Rubem Fonseca (2004)
• Ela e outras mulheres (2006)
• Axilas e Outras Histórias Indecorosas (2011)
• Amálgama (2013)
• Histórias Curtas (2015)
• Calibre 22 (2017)

OUTROS
• O romance morreu (crônicas, 2007)

Prêmios
• Coruja de Ouro pelo roteiro de Relatório de um homem casado, filme dirigido por Flávio Tambellini
• Kikito do Festival de Gramado, pelo roteiro de Stelinha, dirigido por Miguel Faria Jr.
• Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte pelo roteiro de A grande arte, filme dirigido por Walter Salles Jr.
• Prêmio Jabuti
• 1970 - Categoria "Contos/Crônicas/Novelas", pelo livro Lucia McCartney
• 1984 - Categoria "Romance", pelo livro A Grande Arte
• 1996 - Categoria "Contos/Crônicas/Novelas", pelo livro Buraco na Parede
• 2002 - Categoria "Contos e Crônicas", pelo livro Secreções, Excreções e Desatinos
• 2003 - Categoria "Contos e Crônicas", pelo livro Pequenas Criaturas
• 2014 - Categoria "Contos e Crônicas", pelo livro Amálgama
• Prêmio Camões (2003)
• Correntes d'Escritas (2012) - Póvoa de Varzim - Portugal

• Prêmio Machado de Assis (2015) - Concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Duque de Caxias - Vida e Obra

Duque de Caxias

Membro Correspondente: Poeta Arara Azul

Militar fluminense (1803-1880). Chefiou as forças brasileiras na Guerra do Paraguai e recebeu do imperador dom Pedro II o maior título de nobreza dado a um brasileiro.

Luís Alves de Lima e Silva (25/8/1803-7/5/1880) nasce em Vila do Porto da Estrela, em uma família de militares. É declarado cadete aos 5 anos. Em 1823, com apenas 20 anos, participa da campanha pelo reconhecimento da independência na Bahia como tenente. Promovido a capitão, conduz a linha de frente brasileira na Guerra da Cisplatina em 1825. É nomeado major e chefia o batalhão do imperador até 1831. Em 1840 combate os focos de resistência ao governo central no Maranhão e no Piauí. Em recompensa pela pacificação das duas províncias, é elevado ao posto de brigadeiro e recebe o título de barão de Caxias. Como comandante das Armas da Corte, reprime a Revolução Liberal de 1842 em São Paulo e em Minas Gerais e dirige as tropas imperiais contra a Revolta dos Farrapos. Em 1845, dom Pedro II o indica para o Senado pelo Rio Grande do Sul. Lidera as tropas do Exército nas guerras platinas em 1851 e exerce, depois, a Presidência da província gaúcha. Em 1866 chefia as forças brasileiras na Guerra do Paraguai e conquista Assunção em 1869. No mesmo ano recebe o título de duque de Caxias. Morre na cidade de Barão de Juparanã, no Rio de Janeiro.
Fonte: sohistoria

Manuel Bandeira - Vida e Obra

Manuel Bandeira
Membro Correspondente - Josenilson Leite

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (Recife, 19 de abril de 1886 - Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1968) foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro.

Considera-se que Bandeira faça parte da geração de 1922 da literatura moderna brasileira, sendo seu poema Os Sapos o abre-alas da Semana de Arte Moderna de 1922. Juntamente com escritores como João Cabral de Melo Neto, Gilberto Freyre, Clarice Lispector e Joaquim Cardoso, entre outros, representa o melhor da produção literária do estado de Pernambuco.

Filho do engenheiro Manuel Carneiro de Sousa Bandeira e de sua esposa Francelina Ribeiro de Sousa Bandeira, era neto paterno de Antônio Herculano de Sousa Bandeira, advogado, professor da Faculdade de Direito do Recife e deputado geral na 12ª legislatura. Tendo dois tios reconhecidamente importantes, sendo um, João Carneiro de Sousa Bandeira, que foi advogado, professor de Direito e membro da Academia Brasileira de Letras e o outro, Antônio Herculano de Sousa Bandeira Filho, que era o irmão mais velho de seu pai e foi advogado, procurador da coroa, autor de expressiva obra jurídica e foi também Presidente das Províncias da Paraíba e de Mato Grosso.

Seu avô materno era Antônio José da Costa Ribeiro, advogado e político, deputado geral na 17ª legislatura. Costa Ribeiro era o avô citado em “Evocação do Recife”. Sua casa na rua da União é referida no poema como “a casa de meu avô”.

Poesias
A Cinza das Horas, 1917 (contém o poema "Cartas de Meu Avô)
Carnaval, 1919
O Ritmo Dissoluto, 1924
Libertinagem, 1930 (contém os poemas “Evocação do Recife” e “Vou-me embora pra Pasárgada”)
Estrela da Manhã, 1936
Lira dos Cinquent'anos, 1940
Belo Belo, 1948
Mafuá do Malungo, 1948
Opus 10, 1952
Estrela da tarde, 1960
Estrela da Vida Inteira, 1965

Prosas
Crônica da Província do Brasil - Rio de Janeiro, 1936
Guia de Ouro Preto, Rio de Janeiro, 1938
Noções de História das Literaturas - Rio de Janeiro, 1940
Autoria das Cartas Chilenas - Rio de Janeiro, 1940
Apresentação da Poesia Brasileira -Rio de Janeiro, 1946; 2ª ed. Cosac Naify - São Paulo 2009
Literatura Hispano-Americana - Rio de Janeiro, 1949
Gonçalves Dias: biografia - Rio de Janeiro, 1952
Itinerário de Pasárgada - Jornal de Letras, Rio de Janeiro, 1954
De Poetas e de Poesia - Rio de Janeiro, 1954
A Flauta de Papel - Rio de Janeiro, 1957
Itinerário de Pasárgada - Livraria São José - Rio de Janeiro, 1957
Andorinha, Andorinha - José Olympio - Rio de Janeiro, 1966
Itinerário de Pasárgada - Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1966
Colóquio Unilateralmente Sentimental - Editora Record - Rio de Janeiro, 1968
Seleta de Prosa - Nova Fronteira - Rio de Janeiro
Crônicas da Província do Brasil - Ed. Cosac Naify - 2009
Crônicas inéditas I - Ed. Cosac Naify - SP- 2009
Crônicas inéditas II - Ed Cosac Naify - SP- 2009

Antologias
Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Romântica - Nova Fronteira, Rio de Janeiro
Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Parnasiana - Nova Fronteira, Rio de Janeiro
Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Moderna - Vol. 1, Nova Fronteira, Rio de Janeiro
Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Moderna - Vol. 2, Nova Fronteira, Rio de Janeiro
Antologia dos Poetas Brasileiros Bissextos Contemporâneos, Nova Fronteira, Rio de Janeiro
Antologia dos Poetas Brasileiros - Poesia Simbolista, Nova Fronteira, Rio de Janeiro
Antologia Poética - Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1961
Poesia do Brasil - Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1963
Os Reis Vagabundos e mais 50 crônicas - Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1966
Manuel Bandeira - Poesia Completa e Prosa, Ed. Nova Aguilar, Rio de Janeiro
Antologia Poética (nova edição), Editora Nova Fronteira, 2001
Antologia Poética, Editora Global, 2013

sábado, 21 de outubro de 2017

Graciliano Ramos - Vida e Obra

Graciliano Ramos

Cadeira 42 - Lícia Maciel

Graciliano Ramos nasceu em Quebrangulo, em 27 de outubro de 1892. Primeiro de dezesseis irmãos de uma família de classe média do sertão nordestino, ele viveu os primeiros anos em diversas cidades do Nordeste brasileiro, como Buíque (PE), Viçosa e Maceió (AL). Terminando o segundo grau em Maceió, seguiu para o Rio de Janeiro, onde passou um tempo trabalhando como jornalista.
Em setembro de 1915, motivado pela morte dos irmãos Otacília, Leonor e Clodoaldo e do sobrinho Heleno, vitimados pela epidemia de peste bubônica, volta para o Nordeste, fixando-se junto ao pai, que era comerciante em Palmeira dos Índios, Alagoas. Neste mesmo ano casou-se com Maria Augusta de Barros, que morreu em 1920, deixando-lhe quatro filhos.
Foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios em 1927, tomando posse no ano seguinte. Ficou no cargo por dois anos, renunciando a 10 de abril de 1930. Segundo uma das autodescrições, “(...) Quando prefeito de uma cidade do interior, soltava os presos para construírem estradas”. Os relatórios da prefeitura que escreveu nesse período chamaram a atenção de Augusto Frederico Schmidt, editor carioca que o animou a publicar Caetés (1933).
Entre 1930 e 1936 viveu em Maceió, trabalhando como diretor da Imprensa Oficial, professor e diretor da Instrução Pública do estado. Em 1934 havia publicado São Bernardo, e quando se preparava para publicar o próximo livro, foi preso após a Intentona Comunista de 1935. Com ajuda de amigos, entre os quais José Lins do Rego, consegue publicar Angústia (1936), considerada por muitos críticos como sua melhor obra.
Em 1938 publicou Vidas Secas. Em seguida estabeleceu-se no Rio de Janeiro, como inspetor federal de ensino.
Em 1945 ingressou no antigo Partido Comunista do Brasil - PCB (que nos anos sessenta dividiu-se em Partido Comunista Brasileiro - PCB - e Partido Comunista do Brasil - PCdoB), de orientação soviética e sob o comando de Luís Carlos Prestes; nos anos seguintes, realizaria algumas viagens a países europeus com a segunda esposa, Heloísa Medeiros Ramos, retratadas no livro Viagem (1954). Ainda em 1945, publicou Infância, relato autobiográfico.
Adoeceu gravemente em 1952. No começo de 1953 foi internado, mas acabou falecendo em 20 de março de 1953, aos 60 anos, vítima de câncer do pulmão.

Moacyr Scliar - Vida e Obra

Moacyr Scliar

Cadeira 49 - André Fores

Moacyr Jaime Scliar (Porto Alegre, 23 de março de 1937 — Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2011) foi um escritor brasileiro. Formado em medicina, trabalhou como médico especialista em saúde pública e professor universitário. Sua prolífica obra consiste de contos, romances, ensaios e literatura infanto-juvenil. Também ficou conhecido por suas crônicas nos principais jornais do país.
Filho de José e Sara Scliar, Moacyr nasceu no Bom Fim, bairro que concentra a comunidade judaica. Alfabetizado pela mãe, professora primária, a partir de 1943 cursou a Escola de Educação e Cultura, daquela cidade, conhecida como Colégio Iídiche. Transferiu-se, em 1948, para o Colégio Nossa Senhora do Rosário (católico).
Em 1963, após se formar pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, iniciou sua vida como médico, fazendo residência médica. Especializou-se no campo da saúde pública como médico sanitarista. Iniciou os trabalhos nessa área em 1969. Em 1970 frequentou curso de pós-graduação em medicina em Israel. Posteriormente, tornou-se doutor em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública. Foi professor da disciplina de medicina e comunidade do curso de medicina da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).
Em 1965, casou-se com Ju. O filho do casal, Roberto, nasceu em 1979.
Moacyr Scliar era torcedor do Cruzeiro, de Porto Alegre. Devido a sua morte, os jogadores do Cruzeiro fizeram uma homenagem para este torcedor-símbolo do clube, entrando de luto na partida contra o Grêmio, no dia 27 de fevereiro, que contou com um minuto de silêncio em homenagem a Scliar.

Carreira

Scliar publicou mais de setenta livros. Seu estilo leve e irônico lhe garantiu um público bastante amplo de leitores, e em 2003 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, tendo recebido antes uma grande quantidade de prêmios literários como o Jabuti (1988, 1993 e 2009), o Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) (1989) e o Casa de las Américas (1989).
Suas obras frequentemente abordam a imigração judaica no Brasil, mas também tratam de temas como o socialismo, a medicina (área de sua formação), a vida de classe média e vários outros assuntos. O autor já teve obras suas traduzidas para doze idiomas.
Em 2002 se envolveu em uma polêmica com o escritor canadense Yann Martel, cujo famoso romance A Vida de Pi, vencedor do prêmio Man Booker, foi acusado de ser um plágio da sua novela Max e os felinos. O escritor gaúcho, no entanto, diz que a mídia extrapolou ao tratar do caso, e que ele nunca teve o intuito de processar o escritor canadense.
Entre suas obras mais importantes estão os seus contos e os romances O ciclo das águas, A estranha nação de Rafael Mendes, O exército de um homem só e O centauro no jardim, este último incluído na lista dos 100 melhores livros de temática judaica dos últimos 200 anos, feita pelo National Yiddish Book Centernos Estados Unidos.

Adaptação para o cinema

Em 1998 o romance "Um Sonho no Caroço do Abacate" foi adaptado para o cinema, com o título "Caminho dos Sonhos", sob a direção de Lucas Amberg. O filme participou dos festivais de Gramado, Miami, Trieste e outros. O filme narra a história do filho de um casal de imigrantes judeus lituanos que se estabelece no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, nos anos 1960. O jovem Mardo (Edward Boggiss) apaixona-se por Ana (Taís Araújo), uma estudante negra. Os jovens encontram no amor a força e a determinação para enfrentarem a discriminação na escola onde estudam e o preconceito entre as famílias.
Em 2002 o romance Sonhos Tropicais foi adaptado para o cinema sob a direção de André Sturm, com Carolina Kasting, Bruno Giordano, Flávio Galvão, Ingra Liberato e Cecil Thiré no elenco. O filme relata o combate à febre amarela no Rio de Janeiro, comandado pelo médico sanitarista Oswaldo Cruz, e a resistência da população à vacinação obrigatória, que resultou na chamada Revolta da Vacina. Em paralelo, é narrada a história de uma jovem judia polonesa, que imigra para o Brasil em busca de uma vida melhor, mas acaba por se prostituir.

Morte

Scliar morreu por volta da 1h do dia 27 de fevereiro de 2011, aos 73 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre desde o dia 11 de janeiro, quando deu entrada para a retirada de pólipos (formações benignas) no intestino. A cirurgia foi bem sucedida, mas o escritor acabou tendo um acidente vascular cerebral (AVC) no dia 17 de janeiro, durante o período de recuperação, falecendo quase cinquenta dias depois de sua entrada no hospital. Foi sepultado em 28 de fevereiro de 2011 no Cemitério do Centro Israelita em Porto Alegre.

Academia Brasileira de Letras

Foi o sétimo ocupante da cadeira 31 da Academia Brasileira de Letras. Foi eleito em 31 de julho de 2003, na sucessão de Geraldo França de Lima, e recebido em 22 de outubro de 2003 pelo acadêmico Carlos Nejar.

Prêmios

Prêmio Jabuti de Literatura, 1988, categoria Contos, Crônicas e Novelas Prêmio APCA, 1989, categoria Literatura Prêmio Casa de las Américas, 1989, categoria Conto - O olho enigmático Prêmio Jabuti de Literatura, 1993, categoria Romance - Sonhos tropicais Prêmio Jabuti de Literatura, 2000, categoria Romance - A mulher que escreveu a Bíblia Prêmio Jabuti de Literatura, 2009, categoria Romance - Manual da paixão solitária.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Vinicius de Moraes - Vida e Obra

Vinicius de Moraes
Membro Correspondente: Marileide Abreu

Marcus Vinicius de Moraes, o Vinicius de Moraes, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de 1913. Foi um poeta, dramaturgo, jornalista, diplomata, cantor e compositor brasileiro. Morreu aos 66 anos de idade no Rio de Janeiro, RJ. Poeta essencialmente lírico, o que lhe renderia a alcunha “poetinha” atribuído por Tom Jobim. Notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador. O poetinha casou-se por nove vezes ao longo de sua vida. Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. Ainda assim, sempre considerou que a poesia foi sua primeira e maior vocação, e que toda sua atividade artística deriva do fato de ser poeta. No campo musical, o poetinha teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.

domingo, 1 de outubro de 2017

Ezechias da Rocha - Vida e Obra

Ezechias da Rocha

Membro Correspondente - Kelvia dos Santos Vital

Ezechias Jerônimo da Rocha nasceu a 8 de dezembro de 1898, em Sertãozinho (hoje Major Isidoro - homenagem que os alagoanos prestaram ao velho patriarca fundador daquelas brenhas e avô do poeta).
Fez os preparatórios no “Colégio II de Janeiro” e o curso de Medicina na Bahia. Clinicou em Maceió durante trinta anos. Foi diretor da Saúde Pública, deputado estadual e catedrático de História Natural do Colégio Estadual.
Foi senador federal pelo Estado de Alagoas. Publicou: “Musa Antiga” Maceió, 1947, coletânea de versos condoreu; com que ganhou o “Prêmio Otton Bezerra de Melo”, conferido pela Academia Alagoana de Letras, de que é sócio e ocupante da cadeira de Cassiano de Albuquerque; “A Vida dos Cristais”, tese para a cadeira de História Natural, do Liceu Alagoano.

Friedrich Nietzsche - Vida e Obra

Friedrich Nietzsche

Membro Correspondente: Davi Roballo

Friedrich Wilhelm Nietzsche nasceu em Röcken, Saxônia, Reino da Prússia no dia 15 de outubro de 1844. Foi filósofo e Filólogo. Seus principais interesses foram Epistemologia, Ética, Ontologia, Filosofia da história, Psicologia. Morreu aos 55 anos de idade em Weimar, Saxônia no dia 25 de agosto de 1900.

Saiba mais...

Castro Alves - Vida e Obra

Castro Alves

Membro Correspondente: Marcelo de Oliveira Souza,IWA

Antônio Frederico de Castro Alves, o Castro Alves foi um poeta brasileiro. Formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Nasceu no dia 14 de março de 1847 na fazenda Cabaceiras, a sete léguas da vila de Nossa Senhora da Conceição de "Curralinho", hoje Castro Alves, no estado da Bahia. Morreu no dia 6 de julho de 1871 em Salvador, Bahia.

Jorge Amado
Imagem: static.hollowverse.com

Cadeira 46 - Valeria Gurgel 

Jorge Leal Amado de Faria, o Jorge Amado nasceu na cidade de Itabuna, Bahia no dia 10 de agosto de 1912. Foi Escritor, Jornalista e Político. Escreveu romances, crônicas, fábulas e contos participante do Modernismo, como movimento literário. Morreu aos 88 anos em Salvador, Bahia. Matilde Garcia Rosa, a Zélia Gattai.

Mário Quintana

Mário Quintana
Imagem: kdfrases.com

Membro Correspondente: Valeria Gurgel

Mário de Miranda Quintana, o Mário Quintana nasceu em Alegrete, Rio Grande do Sul no dia 30 de julho de 1906. Morreus aos 87 anos no dia 5 de maio de 1994. Em 1980 recebeu o Prêmio Machado de Assis. A Literatura era um de seus principais interesses.

Fernando Pessoa - Vida e Obra

Fernando Pessoa

Membro Correspondente:



Fernando António Nogueira Pessoa, o Fernando Pessoa nasceu em Lisboa, Reino de Portugal no dia 13 de junho de 1888. Foi Poeta, Escritor e Tradutor. Faleceu de cirrose hepática, aos 47 anos de idade,  no dia 30 de novembro de 1935.

Cecília Meireles - Vida e Obra

Cecília Meireles

Membro Correspondente: Jussara Zanatta

Cecília Meireles nasceu no Rio de Janeiro no dia 7 de novembro de 1901. Foi jornalista, Professora e Pintora. Escreveu poesias, prosas, contos e crônicas. Morreus aos 63 anos, no dia 9 de novembro de 1964.

Patativa do Assaré - Vida e Obra

Patativa do Assaré
Caboclo Roceiro, das plaga do Norte
Que vive sem sorte, sem terra e sem lar,
A tua desdita é tristonho que canto,
Se escuto o teu pranto me ponho a chorar.....
Tu és meu amigo, tu és meu irmão.

Membro Correspondente: Kelvia dos Santos Vital

Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré nasceu em Assaré, CE no dia 5 de março de 1909. Morreu, aos 93 anos, no dia 8 de julho de 2002 na sua cidade natal.

Publicou os seguintes livros de poesia
Inspiração Nordestina: Cantos do Patativa (1967)
Cante Lá que Eu Canto Cá (1978)
Ispinho e Fulô (2005) (1988)
Balceiro. Patativa e Outros Poetas de Assaré (Org. com Geraldo Gonçalves de Alencar) (1991)
Cordéis (caixa com 13 folhetos) (1993)
Aqui Tem Coisa (2004) (1994)
Biblioteca de Cordel: Patativa do Assaré (Org. Sylvie Debs) (2000)
Digo e Não Peço Segredo (Org. Guirlanda de Castro e Danielli de Bernardi) (2001)
Balceiro 2. Patativa e Outros Poetas de Assaré (Org. Geraldo Gonçalves de Alencar) (2001)
Ao pé da mesa (co-autoria com Geraldo Gonçalves de Alencar) (2001)
Antologia Poética (Org. Gilmar de Carvalho) (2002)
Cordéis e Outros Poemas (Org. Gilmar de Carvalho) (2008)

Principais poemas
A Triste Partida
Coisas do Rio de Janeiro
Meu Protesto
Mote/Glosas
Peixe
O Poeta da Roça
Apelo dum Agricultor
Se Existe Inferno
Vaca Estrela e Boi Fubá
Você se Lembra?
Vou Vorá
Aos poetas clássico
Caboclo Roceiro

Fonte: wikipedia